Aguarde...

Meu Primeiro Cartão de Natal

Lembro-me. Eu tinha seis anos de idade. Foi quando ganhei o cartão de Natal acima, usado, amassado, para apenas... brincar. Consegui guardá-lo. Com muito carinho. Aliás, esta é uma parte dos meus brinquedos que está comigo, milagrosamente! Que chamo de reminiscências de um longínquo passado...

O cartão reporta-me às origens de todas as coisas, para mim. Do meu começo, pois antes de mim, para mim, nada havia. Mais tarde acabei conhecendo o significado da mensagem. A mensagem do Natal. A princípio aquele meu Natal era o do cartão, uma bela noite enluarada com paisagem coberta de neve. Depois , havia as bolinhas de vidro colorido (as quebradas) que chegavam às mãos depois das festas, os pequenos e pobres presentes, pinheirinhos enfeitados!, que eu só via nas casas dos outros. Uma emoção! Minha mãe fazia uma comida diferente e também um bolo e colocava-o sobre a mesa, coberto com um pequeno pano branco. Meu pai guardava os refrigerantes no fundo do poço, por uma corda, em água fria; não havia geladeira. O adultos diziam: “Feliz Natal!”, “Próspero Ano Novo!”. Saudades...

Para muitos, inclusive adultos, o Natal ainda continua a ser igualzinho àquele meu. Todo cheio de ternos sentimentos, muitas vezes tão puros! Eu amava o meu tipo de Natal, e vejo que muitos gostam de natais assim. Até que vi que o meu querido Natal não podia exprimir o seu verdadeiro sentido. As coisas, daí, mudaram. Tudo começa com uma noite, uma noite a embalar um menino. Um menino especial, Deus. Sem pinheirinho, sem bolinhas coloridas, sem cartões. A noite revelou o Salvador aos homens de boa vontade, a do primeiro Natal. “Eis aqui vos trago novas de grande alegria!”, disse o anjo, e ainda: “Na cidade de Davi vos nasceu hoje o Salvador que é Cristo, o Senhor!”. Daí que o meu Natal foi tomando outras dimensões e com significado melhor. Era Cristo, o Salvador, que faltava.

É por isso que guardo com muito carinho o meu primeiro cartão de Natal. Ele foi o primeiro elemento da história. Uma história que encantou-me... Para sempre. (IR)


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