Sinais imperceptíveis

Num certo culto à noite, numa congregação da qual eu era o responsável, no município de Cachoeira do Sul (RS), eu estava pregando a Palavra, quando um passarinho entrou no recinto do templo e pousou numa folhagem que tínhamos bem à esquerda do púlpito. Por um momento pensei que fosse estranhar minha voz na caixa de som, bem perto dele; ficou ali, quietinho, durante toda a pregação. Ora o povo olhava para mim, ora para o passarinho! Outro dia, de retorno à cidade de Vacaria, num daqueles dias de intensa provação que só Deus sabe, entrou pela janela de nossa casa, à noite, uma pombinha. Certamente, achando que poderia estar segura ali, gostou de ficar em nossa casa por alguns momentos.

Foram dois casos muito importantes em situações de urgência e necessidade. Podíamos ver, ao longo de nossa jornada, Deus sinalizando sua presença muito real e que não tinha nos abandonado; que tivéssemos a convicção que nos responderia, sim. Que não temêssemos. Que tomássemos os seus sinais (dentre outros em nossas experiências de fé), como prova de sua bondade. É claro que vieram muitas outras provações também. Porém, Deus sempre teve cuidado. Muitas vezes os irmãos da igreja se achegavam, alegres, para nos dar um aperto de mão, um abraço, e dizer que realmente Deus era grande.

Neste dia quero incentivá-lo a fortalecer a sua fé. Observe os sinais de Deus!, muitas vezes imperceptíveis. Ele tem, sim, apesar de tudo, uma resposta maravilhosa para dar!

Isac Rodrigues

Cevide

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