Rostos iluminados

Adão olhava para o Senhor. E foi iluminado. Iluminado para viver e não morrer. Iluminado para governar e ser chefe do mundo, e exercer com justiça e bem-estar um bom governo. Iluminado para ser feliz e fazer a humanidade feliz. Iluminado para não perder e não se perder. Iluminado para conhecer a redenção mesmo depois de ter pecado. Iluminado para ensinar seus filhos a oferecerem sacrifício santo, mesmo com a calamitosa falha de um deles. A este não faltou o bom ensino, porque o outro ofereceu um culto certo e foi aceito.

Adão foi o exemplo de quem, por um período significativo, olhou, de fato, para Deus. Seus descendentes piedosos guardaram os seus ensinos, com equidade. Tornaram-se luzeiros do mundo. Praticaram, dia a dia, a comunhão com Deus, a ponto de um deles, o sétimo depois de Adão, ter sido arrebatado ao céu para não ver a morte. Eles carregaram por milênios a tocha da luz divina. Com muito ardor.

“Olharam para ele, e foram iluminados; e os seus rostos não ficaram confundidos” (Sl 34.5). Você já pensou que grandes coisas pode fazer o Senhor se nossos rostos forem iluminados? Pelo fato de olharmos para ele? Já pensou que grandes benefícios seriam dispensados aos povos, à humanidade toda? Já pensou que grandes respostas, que imensas manifestações da bondade de Deus, que imensas obras de suas mãos ao socorrer necessitados e salvar desesperados, tudo por que rostos podem ser iluminados?

Isac Rodrigues

Cevide

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