Retrato dos pais

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(Reflexão)

Geralmente dizemos que os filhos são o retrato dos pais. Retrato na fisionomia, parecença. Retrato intelectual, moral, espiritual. Que os filhos dão continuidade àquilo que os pais são ou foram. Que muito disto deve-se à genética. Quer dizer, se o pai foi um indivíduo mau, (quem sabe) os filhos também serão. Há os que reconhecem quanta maldade tiveram, e fará que isto seja excluído de seu histórico de vida; e os que adotaram o mal, se tornando maus, mesmo vendo nos pais integridade. Por decisão firmada. Aqui está o ponto crucial dessa decisão, a escolha. Com raciocínio numa escolha livre.

Conscientemente a humanidade toda pode escolher ou o bem ou o mal. Isto, então, não significa que toda maldade de pessoas más do mundo seja retrato do Pai celeste. O Pai seria isto? Não. Esquecemos que todos os que são de bem, justos aos olhos do Pai, são o verdadeiro retrato dele? Sim, muitas vezes esquecemos. O Pai celeste gerou em sua criação pessoas boas, inocentes, sem maldade alguma. As decisões dos homens, daí, não foram uma herdade pré existente. Foram, pela espontaneidade, decisões firmadas com pleno conhecimento de escolha. Muitos souberam muito bem acatar o mal, sabendo o que seriam; outros, o bem; numa decisão firmada.

Isac Rodrigues

Cevide

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