O poder da influência

“Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos” (Pv 3.1)

Caminhando por uma rua encontrei um panfleto com o título: “A Crise é Séria”, que contava a história de um bem-sucedido vendedor de cachorros-quentes que também acabou construindo uma boa mercearia. Mandou buscar o filho, de onde estudava, para ajudá-lo, e alguma coisa aconteceu. O filho veio e disse: ‘Papai, o senhor não tem ouvido rádio? Não tem lido jornais? Há uma crise muito séria e a situação internacional é perigosíssima!’. Diante disso, o pai pensou: ‘Meu filho estudou na universidade, ouve rádio e lê jornais, portanto, deve saber o que está dizendo!’. Então reduziu os pedidos de pão e salsichas. As vendas caíram do dia para a noite, e ele disse ao filho, convencido: ‘Você tinha razão, meu filho, a crise é muita séria”.

Uma razoável dose de influência já é capaz de mudar o curso das coisas. Pela Bíblia Sagrada, quais são as fontes da influência?

Primeira fonte: as trevas espirituais – A serpente no jardim foi propondo: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele (…) Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal” (Gn 3.1ss). Ao darem ouvidos à influência das trevas espirituais, colheram as piores consequências.

Segunda fonte: os homens – No jardim, a mulher (poderia ter sido ele) influenciou seu marido (dando do fruto a ele), fazendo-o romper com o compromisso do pacto (e ele comeu com ela). “Então foram abertos os olhos de ambos… E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim” (Gn 3.1-8).

Terceira fonte: a Palavra de Deus – Diante do que ocorreu, o homem precisa reconhecer seu estado de perdição; precisa vencer a influência do mal e dar ouvidos a Deus. O Senhor diz: “Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos” (Pv 3.1). “Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se multiplicarão os anos da tua vida” (Pv 4.10). “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos” (Pv 23.26). “…se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações”, Hb 3.15. Jesus prometeu enviar o Espírito Santo. Diz a Palavra de Deus: “E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo” (Jo 16.8). Tal convencimento é para a vida eterna. Isto é para aqueles que O desejarem. Que ouçamos Sua voz mansa e suave! Que guardemos nosso coração das más influências e que não lamentemos a crise que tão bem podemos criar.

Deus o abençoe ricamente.

Isac Rodrigues

Cevide

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