No mesmo passo

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(Reflexão)

“E Esaú odiou a Jacó por causa daquela bênção, com que seu pai o tinha abençoado (…), disse: Chegar-se-ão os dias de luto de meu pai; e matarei a Jacó meu irmão” (Gn 27.41). Sua mãe: “Agora, pois, meu filho, ouve a minha voz, e levanta-te; acolhe-te a Labão meu irmão” (v. 43). Plano imediato para escapar da morte: a fuga de um homem de passos descompassados, que não cuidou da própria alma, nem dos pais que deixou para trás. “Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor, e deleita-se no seu caminho” (Sl 37.23). Porém, não foi assim com Jacó, no princípio. Deus, todavia, teve compaixão. Mandou anjos a acompanhá-lo. Mostrou benignidade e perdão. Após anos longe, voltou a casa, sobrecarregado não mais do pecado, mas da graça redentora. Não mais enganador, mas príncipe de Deus, manso e humilhado, a encontrar-se com a família, com o irmão! “Caminhemos, e andemos”, disse-lhe Esaú. Respondeu: “Meu senhor sabe que estes filhos são tenros, e que tenho comigo ovelhas e vacas de leite; se as afadigarem somente um dia, todo o rebanho morrerá. Ora passe o meu senhor adiante de seu servo; e eu irei como guia pouco a pouco, conforme ao passo do gado que vai adiante de mim, e conforme ao passo dos meninos”, (Gn 33.12-14).

Haverá um tempo em que os filhos acertarão seus passos? Depende de cada um. Haverá ou vida ou morte. Vida, se todos estiverem no mesmo passo!

Isac Rodrigues

Cevide

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