Escondido e esquecido? (2)

“Tu és o lugar em que me escondo; tu me preservas da angústia; tu me cinges de alegres cantos de livramento” (Sl 32.7). O Senhor, ele é melhor lugar do mundo, para quem o ama, para quem confia e espera nele; para que, na incerteza, acalme a alma. Ao levá-lo ao seu esconderijo, de fato, os homens não o verão mais. Até que se realizem os desígnios divinos. O esconderijo seria necessário? Humanamente falando, não, por um motivo notável: as pessoas querem ser vistas. Para o Senhor, em sua perfeição e sabedoria em trabalhar com almas, o esconderijo é necessário.

É muito melhor estar escondido e esquecido em Deus do que enfrentar a angústia assoladora. Notou que nos seus momentos de angústia o seu desejo é cair fora para que ninguém o veja? O Senhor tem isso consigo! Sabendo dos desejos de enclausuramentos das pessoas, ele mesmo se tornou um lugar de esconderijo!

Enquanto você se esconde nele, ele trabalha. Ele faz saber, de forma constante e consciente, de seu agir e de sua presença benfeitora. Não importa se o seu momento é de temores intensos ou de fogo abrasador (“…nem a chama arderá em ti”, Is 43.2). Enquanto escondido, ele está fazendo guerra. Suas pelejas são as dele. Ele quer apenas sua paciência na quietude. “Tais como as flechas nas mãos do guerreiro, assim são os filhos…”, (Sl 127.4), porque cada um deles é “flecha de vitória para o Senhor” (2Rs 13.17) e, com sua flecha, alcançará a benção com alegres cantos de livramento!

Isac Rodrigues

Cevide

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