Cheiro das águas

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(Reflexão)

Quantas canções sobre este lindo tema! Águas da chuva. Águas no deserto. Águas no altar. Águas das fontes da salvação. Águas que prevalecem. Águas que viram Deus. Águas do poço. Águas do mar… E a mais importante, a que foi dita pelo próprio Jesus: “Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede” (Jo 4.14). Para tantos, Jesus – a Palavra viva de Deus – não tem cheiro, nem sabor, nem cor! Ele é alguém que não emociona em nada!, até que desejem descobrir sua tão salutar eficiência.

No livro de Jó, no capítulo 14 é a Palavra que mostra a condição precária do homem e vemo-lo inquieto e com idade de poucos dias; que é como a flor que murcha, como a sombra que foge. Que seus dias estão determinados e contados, “e não passarás além deles”. Que é como árvore que foi cortada – uma oportunidade perdida, uma enfermidade, uma perda, um sonho não realizado – e será renovado e encontrará contentamento nos seus dias! Quer dizer, de novo, uma nova oportunidade! Uma cura que aconteceu! Uma grande consolação! Um sonho milagrosamente realizado! Tudo porque “ao cheiro das águas brotará e dará ramos como uma planta”, “as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará” (Sl 1.3).

Isac Rodrigues

Cevide

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