A glória de um pavão

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(Reflexão)

Alguém disse que a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores parece um luxo imperial. Na verdade as cores não existem nas penas do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água onde a luz se fragmenta, como em um prisma, fazendo do pavão um belo arco-íris.

Na vida, com um mínimo de elementos, podemos atingir o máximo de matizes! Lembra-nos o moço dos cinco pães e dois peixes. O que ele fez? Ele entregou seu mínimo a Deus e recebeu dele o máximo que não será esquecido (Mt 14.15-21)! A Palavra de Deus em quantidades equilibradas é suficiente para a nossa subsistência espiritual, capaz de transmitir para a vida inteira, para uma longa jornada de muitos anos até, toda a glória que há na luz que é Cristo Jesus! Seria possível? Com uma pequena dose de senso e responsabilidade no que falamos, podemos dizer que sim, é possível. Para muitos pode representar pouco ou quase nada, mas muito do que possuímos representa apenas uma gota d’água no ladinho de um oceano! O oceano com todo o seu tamanho e imponência não poderia refletir uma noite estrelada, e uma pequena gota d’água sim! As pequenas coisas são capazes de transmitir, e melhor, algo de infinito valor. E a glória não é da gente, como a do pavão também!

Isac Rodrigues

Cevide

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