A cisterna de Belém

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(Reflexão)

A pequena Belém estava apinhada de filisteus. Sendo inimigos, o papel deles ali, como sempre foi, era fazer guerra contra o povo de Deus. Numa importante incursão de Davi contra eles, “estava então num lugar forte”, “teve Davi desejo, e disse: Quem me dera beber da água da cisterna de Belém, que está junto à porta!” (2 Sm 23).

Belém era o lugarzinho favorito de Davi! Sonho dos sonhos! Havia algo de especial, em extremo! Sob pressão, de homens com armas de ferro, de homens odiosos, divisou a cisterna… Três, dos mais famosos de seus heróis, romperam o arraial dos filisteus, ida e volta, satisfazendo a Davi o seu desejo! A prova estava dada! Ele, e seu pequeno grupo de valentes, podiam vencer, sim, aqueles incircuncisos!

Quantas vezes estamos rodeados pelos “filisteus” da vida, a invadir nossos lugares preferidos, onde se estabelecem as promessas de Deus! Outras vezes, os que nos ajudam em horas cruciais, são aqueles que estão “em aperto, endividados, de espirito desgostoso” (1Sm 22.2), os menos prováveis que Deus usa para alcançar socorro!

A cisterna de Belém pode ser um sinal garantido de uma vitória certa! Davi derramou aquela água diante de Deus, e Deus não faria menção à sua atitude justa?

E a nossa cisterna? Podemos dela beber, confiando que a vitória virá? Podemos dela oferecer a Deus nosso gesto de fé e sermos respondidos?

Isac Rodrigues

Cevide

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