Ver o que ele vê

ver o que ele ve

Ele olha para a direita, olha para a esquerda, indaga: “Acabaram-se os mancebos?”. Admiro Samuel. É ninguém mais ninguém menos que o profeta de Deus! Levanta-se como juiz da nação! O povo mira-o! Ele é o centro das atenções e de todos os olhares! Mas… é humano. Fez uma viagem para escolher um rei. Em seu destino, esperou que aparecesse, e ele pudesse admirá-lo, alguém distinto e cheio de aparente graça. Viu, sim, cidadãos de estaturas, de posses, e aparências, mas não viu o rei que esperava. Que aconteceu? Houve falha na comunicação Deus-profeta? Entendeu diferente o recado que veio de cima? “Certamente Ele não errou, errei eu…”, pensou. Deus mesmo, propositalmente, colocou um homem, e não um profeta, no escaninho das interpretações meramente humanas e próprias. “Certamente é este. Certamente é aquele”. “Samuel, por favor! Tenha a visão correta! O homem vê o que está diante dos olhos, o Senhor vê o coração!”.

Vezes há que também estamos com os mesmos sintomas. Servos do Onipotente agindo com poderes limitados, e, para a Obra, reprovados. Quantas decisões de servos Dele se desfazem como folhas secas levadas por ventos estranhos! Servos Dele são para a obediência e para ver o que Ele vê!

Isac Rodrigues

Cevide

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