Vem cá, filho!

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(Reflexão)

Vem cá, filho! Tornarei a me apiedar de ti. Vi que sofreste muito e que gemeste ao longe, embora nem ao menos, de longe mesmo, olhasse para mim. Que me dissesse alguma coisa, eu te ouviria. Que me dissesse que pecou, deixando de me amar, eu já te pegaria pela mão e te atrairia a mim. Deixou-me e não me quis mais.

Como sempre te amei, nunca me esqueci de ti. Sempre lembrei-me de teus sofrimentos e do quanto teus filhinhos pagaram caro pelo que fizeste. Venha a mim. Posso sujeitar as tuas iniquidades! Posso fazer em nada a tua maldade e posso lançar nas profundezas do mar os teus pecados (Mq 7.19).

Alguma vez deixei faltar oportunidade? Alguma vez deixei que reclamasse a mim que não dei-te tempo para consertar-te? Então, “porque te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar”, filho! (Gn 4.6,7). Contudo, te digo, chega de sofrer, mas também chega de pecar! Acerte tudo! Renova o teu pacto! Esqueceste de minhas alianças contigo? “Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito” (Gn 17.1), pois conheço a tua estrutura e me lembro que és pó (Sl 103.14).

Isac Rodrigues

Cevide

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