Uma folha nova de oliveira

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Povos antigos conservam tradições do Dilúvio: egípcios, gregos, chineses, mexicanos (“um homem, sua mulher e filhos, num navio, foram salvos de um dilúvio que cobriu a terra”), peruanos (“um homem e uma mulher salvaram-se num caixão que ficou vogando nas águas da inundação”). Até uma certa tribo indígena brasileira conta a mesma história. Em diferentes pontos do planeta, cientistas descobrem vestígios (caso dos mamutes na Sibéria, e outros).

A Bíblia Sagrada fala do Dilúvio, Gn 7, como consequência da decadência humana. Deus não mais destruiria a terra por meio da água, porque deseja a paz no coração da humanidade. Toda decadência rouba a paz, gerando conflito constante, Tg 4.1. Noé soltou uma pomba, que trouxe à tarde “uma folha nova de oliveira”, Gn 8.11, daí o emblema da paz. Tudo o que o homem tem a fazer é: aceitar a paz de Deus, se assim desejar.

A paz verdadeira é formada por Deus, Is 53.7. O (nosso) castigo merecido caiu sobre Jesus, que trouxe a paz!, Is 53.5, da qual ele disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”, Jo 14.27. A folha nova de oliveira será o nosso eterno emblema? Isto é, a paz de Jesus para sempre nossa bandeira? Faremos dela nossa eterna divisa? Deus nos dê sempre do seu grande amor e paz!

Isac Rodrigues

Cevide

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