Todas as coisas ou nem todas

coias-licitas

(Reflexão)

“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam” (1Co 10.23). Parecendo um paradoxo bíblico! Pode existir um abismo entre coisas lícitas e convenientes? Naturalmente, não. Sob ótica divina, duas peças da existência humana que não se encaixam direito. Nem deve. O que seria uma coisa má ou não, faz mexer as engrenagens de nosso raciocínio. Então colocamos em funcionamento nosso senso de interpretação. Porém, o que para uns é correto, para outros não. Como fazer passar por uma peneira muito fina algo delicado? Como ajustar o nosso senso de interpretação, uma vez que as pessoas têm suas próprias interpretações?

Primeiro, como diz Paulo: “mas eu não me deixarei dominar por nenhuma” dessas coisas (1Co 6.12). Ele está falando de “domínio próprio” ou “temperança” sobre todas as coisas! Segundo, como saber se as coisas são lícitas, convenientes, ou edificantes? Com a ajuda do Espírito Santo. “E vós tendes a unção do Santo, e sabeis todas as coisas”, (1Jo 2.20). Tão somente ele para nos fazer saber o que é lícito, o que é conveniente, ou o que realmente edifica! Por onde começar então? Buscando-o pela Palavra.

Isac Rodrigues

Cevide

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