Tag Archive: tempo

Você dá tempo? – parte 3

Do amanhã você não sabe. Suas incertezas, torpores, tremores, se parecem com castigos à mente. Medos sombrios, como nos anoiteceres de inverno, são seus fardos. Todo dia é isso!

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Você dá tempo? – parte 2

Muitos não fazem como Abrão, de contar estrelas. Coisa de menino! “Gente grande” é que vai cuidar dos negócios dessa vida! Nada a ver! Não! Isso cura a exaltação e a prepotência!

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Você dá tempo? – parte 1

Você, alguma vez sofreu reveses e descobriu que isso lhe causou verdadeiras mutilações? Que veio provocar-lhe uma espécie de doença mental e custar-lhe até as horas mais preciosas de sono?

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Tempo de… (2)

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Ec 3.1). Há quem quebrante a lei divina, e por esta causa é o tempo de Deus operar (Sl 119.126). Tempo de olhar, vigiar e orar, porque não se sabe o tempo dos acontecimentos futuros (Mc 13.33). Tempo da volta do Senhor para fazer conta com seus servos; estarão servindo-o com diligência? Tempo de remover cativeiros. Tempo de Deus exaltar os que se humilham debaixo de sua potente mão. Tempo de Deus compadecer-se de Sião. Tempo em que a Palavra é pregada a tempo e fora de tempo. Tempo em que o Senhor é fortaleza para os justos em suas angústias. Tempo aceitável para o dia da salvação de Deus, quando dele vem o socorro. Tempo em que Deus sustenta os que nele esperam, enquanto há oportunidade. Tempo de não cansar-se de fazer o bem, porque a seu tempo haverá ceifa. Tempo em que Deus dá a chuva à terra, a temporã e a serôdia, para que se recolham os grãos, o mosto e o azeite. Tempo de clamar dizendo: “aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos” (Hc 3.2). Tempo de amar os amigos, para que na hora da angústia nasça um irmão. Tempo de remir o tempo, porque os dias são maus. Tempo em que “aparecem as flores na terra” e “o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra” (Ct 2.12). Portanto, “o tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho” (Mc 1.15).

Isac Rodrigues (2ª e última parte)

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Tempo de… (1)

Tempo de perplexidades, sem descanso e paz. Tempo de fuga de responsabilidades, porque a responsabilidade é coisa dos outros. Tempo de união, que é boa e suave a Deus, esquecida. Tempo de não ser feita a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus”, pois as iniciativas próprias são mais interessantes. Tempo de desistir da direção divina e de se envolver com a concupiscência dos olhos, da carne e da vida, e ser dominado pela ganância, sem limites. Tempo das entregas parciais, que são refletidas nas atitudes e na adoração. Tempo em que muitos estão de Bíblia na mão, mas com a falta dela no coração. Tempo de religião de rótulos, com muitos desumanos, traidores, sem amor. Tempo de tanto avivamento, com barulho de avivamento, em meio à ofensa do pecado. Tempo da glória que se vai, e de muitas cisternas rotas. Tempo de oradores eloquentes disputando suas mensagens.

Tempo de “solta-nos Barrabás!”, e o tempo que de Cristo dizem: “Crucifica-o!”. Tempo de muita coisa de religiosos e Cristo batendo à porta, por fora, e nada dele por dentro. Contudo, e mesmo assim, haveria misericórdia aos que, ouvindo a voz de Deus, tivessem coragem de abrir a porta.

Enfim, tempo em que vem o Noivo, num tempo de adormecimento, fazendo com que alguns gritem: “Dai-nos do vosso azeite!”. Embora cingidos de núpcias, deveriam estar preparados com vasilhas cheias. Daí que este tempo está se tornando num tempo de um grito tardio.

Isac Rodrigues

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Nunca tive um relógio cuco

relogio-cuco

(Reflexão)

Existem objetos em nossa vida que são capazes de ferir as cordas de nosso coração, com emoção

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