Os príncipes do meu povo

A aldeia cheira a fumaça. Pessoas trabalhando. Moendeiros, alfaiates, tecelões. Repentinamente se agitam e correm de um lado para outro. “Aldeões!”. Levantam a cabeça, limpam o suor, olham além… “Sua alteza, o Príncipe!”. As mulheres enxugam as mãos nos aventais, os homens largam as enxadas, pulam das carroças… Todos saem apressados e se postam a beira do caminho. “Queremos ver nosso príncipe!”, gritam com euforia. Imagine o restante.