O maior costureiro

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(Reflexão)

Repentinamente a luz da presença divina se apagou de nosso ambiente de glória e as trevas desceram no Jardim. Senti-me culpado pela falácia da forma como agimos em causar tamanho problema, o pecado. Vi-me ombro a ombro com meus primitivos pais, e juntos transgredimos as leis de Deus. Manchada a nossa inocência e ferida a nossa consciência, da ausência da presença de Deus, fomos, inexplicavelmente, cingidos!

Um animal do campo serviu para isto, sendo morto e derramado o seu sangue. O maior costureiro fez “a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu” (Gn 3.21), declarando o seu grande amor. Mostrou que o sangue derramado foi o motivo por que agiu assim.

Apontou-nos a “vereda da justiça (onde) está a vida”, que “no caminho da sua carreira não há morte” (Pv 12.28). Daí que, “regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça” (Is 61.10), mudando por completo o aspecto horrendo de nossa perdição.

Ele mesmo disse: “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos” (Ap 3.5).

Isac Rodrigues

Cevide

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