O eco e a semeadura

eco

Uma criança com o seu pai caminhavam por uma montanha. A criança cai e grita “ai!”. Obteve como resposta o seu “ai!” repetido num determinado ponto da montanha. Ela prossegue: “Quem é você?”. A resposta: “Quem é você?”. Contrariado, de novo: “Seu covarde!”. A resposta: “Seu covarde!”. Diz: “Eu admiro você!”. Ouve: “Eu admiro você!”. Outra vez: “Você é um campeão!”. De novo: “Você é um campeão!”. Ela olha o pai e pergunta: “Que é isso, papai?”. “Filho, isso é o eco!” (ilustração).

Numa semeadura, trigo semeado, trigo colhido. Feijão semeado, feijão colhido. Gl 6.7 diz: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”. A vida dá de volta tudo o que semeamos. Seja em obras ou palavras. Chamamos alguém de campeão? Um dia nos chamarão também. Semeamos uma boa ação? Alguém, um dia, colherá para nós aquela boa ação. Beneficiamos? Seremos beneficiados. Fizemos alguém chorar? Alguém fará o mesmo. “Aparta-te do mal, e faze o bem; procura a paz, e segue-a”, Sl 34.14. “Confia no Senhor e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado”, Sl 37.3. Jesus mesmo disse: “E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós, também”, Lc 6.27,28. Assim teremos boas colheitas!

Isac Rodrigues

Cevide

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