Chovendo a cântaros!

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(Reflexão)

“Chovendo a cântaros” é uma expressão que vem dos portugueses, que significa “muita chuva”, “chovendo demais”. Quando chove na medida certa podemos dizer que a chuva é boa. Nos dias de Noé foi diferente. Todas as águas vindas de cima e as de debaixo da terra (cientificamente comprovadas), trouxeram o que ocasionou o Dilúvio bíblico, transtornando a história dos homens com juízos e castigos, resultado de todos os pensamentos e atos malignos. Faz-nos lembrar também do maná no deserto, para o povo em fuga do Egito. Num determinado momento daquela saga, todos foram milagrosamente sustentados com maná. Deus Jeová pediu que uma só medida fosse colhida para cada dia. Tudo transcorria muito bem, até que alguns, teimosamente, colheram para além da medida. Aconteceu que o excesso apodreceu e criou bichos!

Nossos alimentos, nosso laser, nossas atitudes, costumes e hábitos que consideramos saudáveis, em medidas conscientemente certas, são bons. O excesso de tudo isto traz consequências nada boas. Todo mundo sabe disto, mas muitos esquivam-se deste princípio, e acham bom delirar um pouquinho com os excessos. Pode chover a cântaros, quando castigos não vem, e que tudo está dentro dos limites. Todavia é bom lembrar do que Jesus disse: “Com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós” (Mt 7.2), “porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7).

Isac Rodrigues

Cevide

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