As flechas do amor – 3

De paraquedas na minha frente! (b) – Hoje, lembro-me disto tudo, com muito, muito carinho, aqui no meu silêncio… Mas veja você, as responsabilidades foram redobradas, trabalho, seriedade e tratamento de respeito com quem acabava de chegar!… Pensei também no dia seguinte, o da geração e criação de filhos. Tudo porque a coisa que mais animou, o amor, foi o que trouxe o rumo certo de uma vida diferente, saudável, que veio também propiciar outras oportunidades e realizações.

Poderia ter escolhido outros caminhos. Poderia mesmo ter resolvido tudo conforme meus pensamentos e decisões. Sentia-me cidadão livre, que já tem idade, que não seria impedido de tomar resoluções próprias. Meu coração era como um conjunto de engrenagens motoras, prontas a dar resposta a tudo. Normalmente.

Porém, havia algo muito importante: eu poderia interligar as engrenagens do meu coração às engrenagens do coração de Deus com correias fortes, bem fortes! E funcionou. Atrevi-me a confiar, disparado bem longe na contramão das lógicas humanas. Não conseguia pensar nos riscos de perder a fé. Daí posso dizer que, de fato, Deus foi muito bom comigo! Doravante, tudo o que eu queria era estar perto de quem foi imensa alegria e prazer. Fazia longuíssimas viagens por um curto final de semana. Passava semanas e até mesmo meses sem vê-la, mas nada esfriava a paixão de verdade. Nossos reencontros eram uma festa que animava até toda a família… (Continue comigo).

Isac Rodrigues

Cevide

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