A candeia da nossa alma

a candeia da nossa alma

(Reflexão)

Em poucas linhas quero transcrever algo que chamou-me a atenção. A um certo rei muito rico apresentou-se um dos seus súditos para saber dele como conseguia separar simplicidade de vida com as riquezas que possuía. O rei ordenou aos soldados que o levassem aos seus tesouros, para ver, admirar e avaliar tudo o que possuía, e, mais, que dessem-lhe dez chibatadas fortíssimas caso deixasse apagar a candeia acesa que o rei lhe dera. Poucas horas depois voltou o homem à presença do rei, com a candeia ainda acesa! O rei, vendo que fizera tudo muito rápido, perguntou-lhe o valor do seu tesouro! Sua resposta foi evasiva, em meio às desculpas, não podendo avaliar tudo o que possuía, pois era grande a sua preocupação em não deixar apagar a candeia! Então o rei segredou-lhe que sua preocupação também era a mesma!, não com as coisas passageiras da vida, como perdendo tempo em contar os bens, e sim, em manter a chama de sua alma sempre acesa!

Como existem coisas na vida que podem sufocar a alma, tornando-a em trevas e vulnerável à morte! Jesus disse: “Estejam cingidos os vossos lombos, e acesas as vossas candeias” (Lc 12.35). E o Salmista: “Porque tu acenderás a minha candeia; o Senhor meu Deus iluminará as minhas trevas” (Sl 18.28), para que nenhum de nós perca o rumo certo da jornada que o Senhor traçou, por falta da luz divina!

Isac Rodrigues

Cevide

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